Devido à sua resistência, flexibilidade e baixo custo, a soldagem termoplástica é uma solução recomendada para unir superfícies e peças feitas de materiais como polietileno ou policloreto de vinila. Sendo estes compostos omnipresentes na sociedade moderna, as Soldaduras do polietileno Viana do Castelo e outros concelhos é um serviço muito procurado.
O funcionamento de uma solda termoplástica é simples: consiste na aplicação de calor ou outro agente capaz de amolecer as áreas a serem soldadas, para conseguir a ‘fusão’ das moléculas de ambas as partes após sua união. Este tipo de soldagem é possível em ferramentas, toldos, tubos, etc., desde que sejam feitos de um composto termoplástico.
Os chamados materiais são PVC (policloreto de vinila), PEHD (polietileno de alta densidade), PP (polipropileno) e PE (polietileno). Como esses compostos são amplamente utilizados em vários setores, a soldagem termoplástica tem aplicações praticamente ilimitadas.
Relativamente aos tipos de soldadura mais utilizados, estes materiais podem ser unidos graças à ação do ar quente, em primeiro lugar. Este método, comum no âmbito doméstico, utiliza correntes de ar em altas temperaturas para unir chapas e superfícies termoplásticas, bem como para alterar a forma de PVC ou produtos similares (um tubo, por exemplo).
Por outro lado, a soldagem por extrusão utiliza uma pistola de extrusão capaz de aplicar uma massa plastificada entre as peças ou superfícies a serem unidas, de forma que atue como um elo sólido entre as duas. Este método provou ser útil na soldagem de grandes alvos e áreas.
Por sua vez, a soldagem por placa quente utiliza, como o próprio nome indica, uma chapa previamente amolecida com calor, para interpô-la entre os materiais a serem unidos. É importante não confundir essa soldagem com a selagem a quente, que consiste na aplicação de altas temperaturas em sacolas e similares, a fim de selá-los.